

Território criativo e poético de pesquisa, produção e realização de projetos artísticos e ambientais com interesse no bem viver, na coletividade e numa ecologia profunda e rebelde.
Localizada em Cumari (GO), um município de natureza rural, com população de 3.000 habitantes. Fica no sudoeste do estado, nas imediações da BR 050, eixo rodoviário importante na ligação entre o sudeste e o nordeste do país. Localiza-se na bacia do Paranaíba, exatamente na divisa entre Goiás e Minas Gerais.
A fazenda é uma construção de 70 anos, uma arquitetura com forte influência das fazendas de café do interior de São Paulo e das fazendas produtoras de leite do interior de Minas, do ponto de vista das técnicas construtivas, implantação e organização doméstica dos ambientes.
Uma pequena propriedade familiar, que abrigou no ápice do seu período produtivo (por volta de 1970-1980) 3 famílias em regime de cumpadrio. Primos e irmãos que casaram entre si e definiram para a terra um regime de trabalho, que abarcava o plantio de lavoura, a pecuária, a produção de queijo, rapadura e outros doces.
Atualmente, é um território que se divide frente aos diferentes destinos decorrentes da transição geracional. Metade dela destina-se à pecuária e a outra, foi destinada à formação de uma reserva ambiental e um centro de práticas artísticas.
A fazenda possui uma infraestrutura que combina espaços de produção agrícola e de produção artística:
Casa Sede: com dormitórios, banheiro, ampla sala com tablado de madeira, cozinha, refeitório, varanda, sala de estar, alpendre;
Galpão de uma antiga serraria, que atualmente desativou tal função e passou a ser uma oficina de trabalhos de marcenaria de pequeno porte, xilogravura, entre outras artesanias e práticas artísticas;
Mata, Pomar, Açude: englobam desde a reserva legal da fazenda, a área de cultivo de frutíferas e até mesmo as áreas que atualmente deflagram um processo de resiliência da vegetação, expandindo a delimitação da mata, antes restrita apenas às reservas;
Currais, Galinheiro, Chiqueiro, Fornalhas, Paiol: instalações subsidiárias das antigas atividades econômicas da fazenda, que atualmente assumem a condição de vazio, desuso ou são subutilizadas.

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