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2013 2015

Topografia aérea:
uma fabula sobre poleiros e artistas 

A  partir de uma imersão criativa, em formato de oficina residência, objetiva-se deflagrar um processo de discussão, crítica e formação de público. O projeto abre, portanto, duas frentes de ação: a oficina-residência composta por 9 artistas, sendo eles,  Ana Reis (MG/ GO), Tiago Costa (SP/ MG), Maicyra Leão (SE/ BA/ Alem), Cristiano Piton (BA), Tiago Ribeiro (BA), Glayson Arcanjo (MG/ GO), Pedro Britto (SP/ BA) e Cacá Fonseca (GO/ BA), realizada num total de 19 dias; e, posteriormente, uma palestra/exposição-itinerante que será realizada em 4 cidades, de acordo com os circuitos já percorridos pelos artistas em suas próprias regiões, uma vez que além de artistas, parte deles também é professor de Departamentos de Artes de Universidades Federais. Esta palestra/exposição será elaborada a partir do processo desenvolvido durante a oficina-residência.

Enquanto objetivo em si, pretende-se realizar um processo de criação de caráter colaborativo, cujo enfoque central é a aproximação entre geografia e artes-visuais/ plásticas, e mais pontualmente, as noções de percepção/sensação, paisagem, território/ territorialidades e estética. Para tanto, pretende-se promover a aproximação conceitual entre duas abordagens artísticas: a Land Art, de teor eminentemente formalista e plástico; e a Arte Ambiental, cujos princípios criativos perpassam o viés da experiência/ experimentação, a dimensão corporal e interativa das obras e processos. 

Artistas residentes

Ana Reis

Cacá Fonseca

Cristiano Piton

Filipe Britto

Glayson Arcanjo

Maicyra Leão

Pedro Britto

Renata Marquez

Thiago Costa

Colaborações

Clara Pignaton

Sandra de Moura Rocha

Vaneli Ferreira Leão  

Apoio

Redes Funarte de Artes Visuais

2016
2017

Sismografias Corporais

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Sismografias corporais explora as intersecções entre geografia e dança, em experimentos coreogeográficos.A composição deste corpo provisório abarca diferentes abordagens da dança, cujo foco de investigação é explorar as múltiplas dimensões estéticas, por exemplo, as dimensões sonora, plástica, corporal, visual, arquitetônica e geográfica, derivadas pontualmente do artifício sismógrafo.

O projeto pretende aprofundar nos pressupostos da residência artística, cujo foco é processual e centraliza a convivência cotidiana como objetivo das experimentações. No projeto Sismografias Corporais a dinâmica de residir na Fazenda Fortaleza perpassa toda proposição, cujo objetivo é mergulhar  num processo criativo pontual, estruturado pela convivência entre anfitriões e um visitantes, na expectativa que estes componham solos, duetos, trios e ou outros arranjos.

Sismografia, no campo das ciências geológicas constitui um procedimento de captura e registro das vibrações da crosta terrestre. Neste caso, os movimentos do subsolo da Fazenda Fortaleza operam como metáfora de substratos históricos profundos, emblemáticos dos modos de ocupação de territórios rurais brasileiros. Os corpos dos artistas convidados passam a acionar sensorialmente esse subterrâneo, uma investigação de caráter estética das suas forças geradoras, guiada pela apreensão de oscilações desde as mais sutis e ínfimas às extremas e disruptivas.

Ana Reis

Cacá Fonseca

Candice Didonet

Cássia Nunes

Filipe Britto

Igor Zargov 

Marila Velloso

Maicyra Leão

Pedro Britto

Ricardo Alvarenga

Thiago Costa

Colaborações

Mari Carmen Vilela 

Sandra de Moura Rocha

Vaneli Ferreira Leão  

Apoio

Fundo de Arte e Cultura de Goiás 

Artistas residentes

2017
2018

2016
2018

Expedição catástrofe: por uma arqueologia da ignorância 

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A Expedição catástrofe: por uma arqueologia da ignorância traz no próprio título a perspectiva de saturar, satirizar e ficcionalizar procedimentos estritamente institucionais e peritos e deslocá-los no campo da criação, torção e invenção de outros regimes de visibilidade. Este projeto reverbera pressupostos investigativos das expedições artísticas e científicas que se disseminaram no Brasil a partir do século XIX, em que pintores, gravuristas, botânicos, zoólogos, entomólogos, naturalistas e biólogos compunham missões desbravadoras do Brasil colônia. Nestas alguns artistas como Debret e Rugendas (Viagem Pitoresca e Histórica do Brasil, de 1834); Nicolas Taunay (Paisagem do Brasil); August de Saint-Hilaire (Voyages dans l’Intérieur du Brésil); entre outros projetaram internacionalmente aspectos da fauna, flora, geografia e vida social do Brasil.

O quadro delineado por 32,5 mil escolas rurais fechadas em 10 anos passou a figurar um vasto parque arqueológico disperso no território nacional povoado de ruínas espaciais. Escolas – casebres, escolas-desertos, escolas-ermos; coberturas, paredes e fundações em desmoronamento; ervas daninhas invasoras de equipamentos públicos; quadros negros silenciosos; mobiliários pernetas, esfacelados. Ecos do vazio aberto pelas políticas públicas de educação, agricultura e urbanização.

Artistas residentes

Alexandre Campos

Cacá Fonseca

Filipe Britto

Ícaro Lira 

Laura Castro

Pablo Lobato 

Pedro Britto

Renata Marquez

Colaborações

Sandra de Moura Rocha

Vaneli Ferreira Leão  

Apoio

Rumos Itaú Cultural 

Apoio 

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